Desculpe o transtorno, mas quais são seus objetivos para o ano que vem?


(Foto: Unsplash)

Chegamos à última terça-feira do ano e, com ela, também o último Desculpe o Transtorno deste 2021. Fiquei pensando bastante sobre o que escreveria e, no fim das contas, só conseguia chegar em: metas. Você já revisitou as metas que traçou no início deste ano? Viu quantas se realizaram, quantas foram modificadas ou adiadas e quantas simplesmente não fazem mais sentido? E, em relação ao ano que está por vir, já traçou as metas novas? Confesso que fiz isso ontem, na última segunda-feira do ano, o dia oficial de começar ou desejar começar as coisas. Mas, as metas sobre as quais quero falar hoje são um pouco diferentes.

Além dos clássicos como fazer exercício físico, comer melhor, etc e tal, fiquei pensando nas tantas coisas que coloquei na minha lista de assistir e ler esse ano. Algumas consegui concretizar, outras nem lembro porque achei que iria fazer e, no fim das contas, as melhores coisas que assisti e li esse ano não foram planejadas previamente. Comecei o ano assistindo Bridgerton, a série da Netflix inspirada nos livros de mesmo nome, e terminei assistindo Attack on Titan. Não tem exemplo melhor de coisas que comecei planejando e finalizei com produções fora da curva.

De tudo isso que falei, o que faz mais sentido para mim é que me desafiei a assistir mais coisas novas e retomar o hábito da leitura sob a meta de ler um livro por mês – ou 12 livros no ano. Falando de filmes, dos 105 que lembrei de marcar no Letterboxd que vi esse ano, 52 eram filmes inéditos (entre lançamentos e antigos que eu nunca tinha visto mesmo). Quanto aos livros, li os 12 que me propus e apenas os Bridgertons foram dos planejados. As séries, não consegui marcar todas, mas são mais fáceis de assistir novidades – apesar de ter começado algumas antigas também, como Modern Family.

O melhor de me abrir para descobrir produções novas é conhecer novas coisas favoritas (ou ao menos que goste muito) e também ganhar novas coisas para criticar, quando do contrário. E, focando nessa primeira parte, selecionei minhas principais descobertas desse ano, sejam novas ou velhas:

1) Star Wars foi uma das melhores coisas que me aconteceu esse ano. Já havia tentado assistir antes, mas finalmente consegui e valeu muito a pena. Mesmo vários anos depois, finalmente entrei pro fandom de uma das maiores e melhores sagas desse mundinho nerd. De todos os filmes, meus preferidos são O Retorno Jedi, A Nova Esperança, A Vingança dos Sith e Os Últimos Jedi.

2) Eu amei a saga literária dos Bridgertons? Sim, mas os melhores livros que li esse ano foram os da Taylor Jenkins ReidOs Sete Maridos de Evelyn Hugo e Daisy Jones & The Six. Conheci a autora esse ano e me rendi a sua escrita que brinca com o real e a ficção, nos fazendo sentir saudade de algo que não existiu.

Saiba maisRESENHA LITERÁRIA: Daisy Jones & The Six

3) Eu gostei muito de basicamente todas as séries novas que assisti esse ano, mas vou aproveitar a deixa para mencionar apenas duas. Em relação aos lançamentos, Scenes From a Marriage foi minha série preferida do ano, sem dúvidas. Intensa, dramática e tão real que chega a ser cruel, a produção roubou muito meu coração – assim como Oscar Isaac e Jessica Chastain. Quanto às séries antigas que só vi esse ano pela primeira vez, pode entrar, Modern Family. Ainda não finalizei, mas já me sinto pronta para dizer quão incrível foi e tem sido ter a série como companhia.

Saiba mais: Desculpe o transtorno, mas nem todo final não-feliz é essencialmente triste

(Se tratando de filmes lançados esse ano, nem preciso dizer que No Way Home foi o melhor de todos, né? Mas, se você ainda quiser saber minha opinião sobre, deixei dois links no final desse texto).

Menção honrosa à Attack on Titan, porque foi também esse ano que me dispus a assistir anime e comecei por ele. Não achei que ia gostar tanto, mas tô aqui completamente eufórica depois de terminar a primeira parte da última temporada – e em estado de ansiedade pela parte 2 que estreia no dia 8 de janeiro. Se vou assistir mais animes? O tempo dirá hahaha mas AOT já valeu a pena demais! Também se firmou na listinha de melhores do ano, acreditem.

Antes de chegar nas considerações finais, vale dizer que esse também foi o ano que mais escutei álbuns novos. Geralmente me rendo a uma música ou outra, mas não costumo sair da zona de conforto musical. Porém, o lançamento do álbum de Fresno depois de um ano inteirinho de hiatus das bandas preferidas, e acho que acompanhar o processo de divulgação e construção do disco, tudo isso acabou me incentivando a valorizar mais os álbuns completos, com suas músicas entrelaçadas propositalmente e toda aquela história contada da primeira à última faixa.

(Sim, Vou Ter Que Me Virar melhor disco do ano, pra mim, juntinho com De Primeira, Gracinha e os Taylor’s Version – e Numanice e Doce 22, enfim, muitos álbuns né?)


Por fim, para 2022 eu declaro por meta estar ainda mais disposta a conhecer novas produções, sejam elas novas ou antigas. E, se eu tiver que fazer uma listinha de 10 planos relacionados à cultura pop, segue abaixo:

  1. Assistir a trilogia do Senhor dos Anéis.
  2. Assistir Vanilla Sky.
  3. Ver os filmes de super-heróis que ainda não assisti – mesmo os ruins.
  4. Terminar de ler os livros de Harry Potter.
  5. Assistir um dorama.
  6. Ler alguma biografia.
  7. Conhecer bandas novas – que podem ser antigas.
  8. Registrar melhor os assistidos do ano.
  9. Assistir mais filmes fora do meu gênero comfort.
  10. Finalizar Game of Thrones – pois é, falta pouco.

Feliz ano novo, pessu. A gente se vê no ano que vem! Saúde e paz, beijos.

Beatriz de Alcântara
Beatriz de Alcântara

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