CAFÉ COM PAUTA: Jota Petrin, de “Todas as Garotas em Mim”, é o entrevistado do mês

João Pedro Petriccione, também conhecido como Jota Petrin, tem 24 anos e sempre sonhou em ser ator. O consumo de arte esteve presente em sua vida desde muito novo como, por exemplo, com as coleções de DVDs e CDs que mantinha. Os anos se passaram e a certeza só foi se confirmando cada dia mais. Hoje o ator se considera realizado com a profissão, mas sempre disposto a buscar algo mais. No ar como Otávio, na série “Todas as Garotas em Mim”, da Record TV, o jovem conversou comigo para o Café com Pauta do Clubinho num papo descontraído sobre carreira, futuro e cultura pop, é claro.

Confira a entrevista abaixo!


BA: Oi, Jota! Você comentou que o seu sonho sempre foi ser ator e que nunca houve uma segunda opção. Mas, o que foi que te motivou a seguir na carreira?
JP: 
Eu sempre fui a minha maior motivação. Não tive 100% do apoio da minha família no começo, então eu tinha que caminhar sozinho e sempre acreditando que se tornaria real. Mas, por incrível que pareça, meu pai, que infelizmente faleceu, foi quem me matriculou de surpresa em minha primeira escola de Teatro, aos 14 anos. Ele me chamou e disse: “Fiz sua inscrição em um curso de teatro. Você começa amanhã!”.

BA: Existe algum trabalho que é um sonho a ser realizado? Se sim, qual?
JP:
Eu sonho em atuar em uma série de streaming que aborde tudo o que um jovem vive durante sua juventude, que aborde todos os temas/questões. Quero que seja um projeto que toque as pessoas. Quero atuar bastante no Brasil, ser reconhecido pelo meu trabalho. Porém, um dos meus sonhos também é estudar e atuar em algum longa ou série na Espanha. Estou sempre assistindo o que eles tão lançando e realmente é um sonho fazer parte de um projeto internacional.

BA: Falando de profissão, quais são as suas referências e inspirações na área?
JP:
Com toda a certeza Wagner Moura e Lázaro Ramos. Sou muito fã do trabalho e da trajetória de ambos. Já como o Jota dos palcos e do teatro musical, com toda a certeza eu digo: Cláudia Raia!

BA: Tem algum artista que você sonha em trabalhar? Quem seria?
JP:
Adriana Esteves. Com toda a certeza. Seria uma troca incrível.

BA: Como você se prepara para os trabalhos? Tem algum ritual especial?
JP:
Não tenho nenhum ritual em específico (risos). Dependendo do trabalho e do personagem, a música é uma forma de estudo muito importante pra mim. Tenho minha playlist para cada personagem que estudo. Isso me conecta bastante com cada um que interpreto. E sempre antes de toda a cena ou antes de entrar no palco, eu dou uma aquecida no geral, corpo, articulação, dou uns pulos e entro (risos).

BA: Qual foi o seu primeiro trabalho e o que mudou desde o início?
JP:
Meu primeiro trabalho foi uma publicidade para uma linha de produtos cosméticos em 2016. Contracenei com a Marina Ruy Barbosa. Só eu e ela ali no set. No começo me deu um gelo no estômago, mas depois, foi beeem tranquilo! (risos)

BA: Você considera que tem alguma característica semelhante ao Otávio, seu personagem em TAGEM?
JP:
Acredito que somente a vaidade (risos). Levo um pouco da vaidade do Otávio pra minha vida.

BA: Vamos fazer uma pingue-pongue de respostas rápidas, ok? Qual seu filme favorito?
JP:
Clube dos Cinco!!!!

BA: Livro favorito?
JP:
Qualquer um da Agatha Christie (risos).

BA: Música ou artista preferido?
JP:
O Tempo Não Pára – Cazuza.

BA: Lugar preferido?
JP:
Praia ou uma sala de cinema (risos).

BA: E comida preferida?
JP:
Strogonoff.

BA: Se você pudesse se definir apenas com uma palavra, qual seria?
JP:
Maluco!



BA: Voltando a falar de trabalho, principalmente de TAGEM, como tem sido essa experiência atual? Fala um pouco sobre o seu personagem e essa nova experiência.
JP:
Eu sempre falo que TAGEM é meu filho primogênito. Por ser meu primeiro trabalho para a TV aberta, eu sinto que foi muito importante pra mim. E é muito bacana que este é o primeiro projeto onde posso interpretar mais de um personagem, é muito massa (risos)! Lembro que durante o processo de preparação, gravação, quando estava em meu quarto de hotel, eu sempre achava que iria acordar e que tudo seria apenas um sonho. Mas na verdade é sim, é um sonho, mas eu estou vivendo ele acordado.

BA: Por fim, não podia faltar a pergunta do momento. Se você estivesse correndo perigo com o Vecna, que música te salvaria? Só vale uma!
JP:
The Climb, da Miley Cyrus, com toda a certeza! :)

BA: Obrigada pela disponibilidade, Jota! Foi um prazer e, bom, sucesso no projeto atual e na sua trajetória!
JP:
Muito obrigado pelo espaço! Amei a nossa troca e a criatividade nas perguntas (risos). Até uma próxima!
Beatriz de Alcântara
Beatriz de Alcântara

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